A Oi, em recuperação judicial, registrou no segundo trimestre de 2020 prejuízo líquido de R$ 3,409 bilhões, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira (14). O resultado é 118,7% pior do que no mesmo período do ano passado. O balanço financeiro líquido também é negativo, chegando a R$ 3,127 bilhões – 127% inferior ao ano anterior, além de uma despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social de R$ 1 milhão.
A receita líquida consolidada foi de R$ 4,544 bilhões, 10,8% menor do que no mesmo período do ano passado. A operação Brasil somou R$ 4,490 bilhões, queda de 11,0%, mas as operações internacionais (África e Timor Leste) cresceram 19,7% para R$ 54 milhões.
A Oi ainda atualizou a proposta de aditamento do plano de recuperação. Além disso, fica estabelecido que recuperação judicial será encerrada em 30 de maio de 2022.
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A operadora fechou o trimestre com 52,3 milhões de clientes, sendo queda de 16% no número de usuários residenciais, que passaram de 12 milhões para 11,7 milhões no período. Os consumidores de TV DTH também caíram, para 1,2 milhão, – 20% se comparado com o mesmo período do ano passado, assim como os corporativos que diminuíram 5,%, chegando a 6,3 milhões.
Na telefonia móvel, a Oi apresentou crescimento no segmento de pós-pagos, com 9,7 milhões de usuários (+8,5%) e queda no de pré-pagos (-7,3%).
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Fonte: Canaltech